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16 janeiro 2019

📚 Estou no fundo do poço financeiro. E agora?

Tive o privilégio de ter pais que me ensinaram, desde cedo, a ouvir o tão temido não quando o assunto é finança doméstica: não aos produtos de marca, já que minha mãe costurava as minhas roupas e, caso eu quisesse algum item específico, tinha que caçar na Rua José Paulino com os R$100 que ganhava de Natal; não às mesadas, porque eu deveria trabalhar aos finais de semana limpando as cadeiras da pizzaria do meu pai para receber R$2,50 e comprar meus gibis da Turma da Mônica; não aos presentes fora de época, porque se eu quisesse ganhar algo, deveria esperar até meu aniversário; não aos banhos de mais de 5 minutos, caso contrário ouvia meu pai batendo na porta e gritando: "o meu dinheiro não é capim!". Os "nãos" que ouvi ajudaram a formar o meu caráter e me ensinaram algumas lições: aprendi que dinheiro não cai de árvore e que nada vêm de mão beijada.

Todos esses "nãos" também me ajudaram a desenvolver um certo autocontrole em relação aos meus grandes gastos e a pagar mais caro apenas por aquilo que eu quisesse muito: foi assim com a minha guitarra, notebooks, câmeras digitais, a bateria eletrônica, vídeo-games, viagens, minha faculdade, as pós-graduações, cursos livres... Enquanto morava com os meus pais, consegui também fazer um pequeno pé-de-meia. O objetivo? Não tinha nenhum! Apenas transferia algo para o cdb mensalmente e esperava render... Essa grana, felizmente, me ajudou com os eletrodomésticos e mobília da minha atual residência, que paguei à vista e com um desconto bem bacana!
Me Poupe! é canal no YouTube, blog e agora livro!

Dinheiro! Opa! Pra onde foi?
Sinceramente, não me arrependo de nenhuma dessas compras ou investimentos! Mas, ao longo dos anos, percebi que os meus maiores problemas sempre foram os pequenos prazeres do dia-a-dia, aqueles que na hora parecem bem insignificantes: roupas, comidinhas, produtos de beleza, revistas, brinquedos, itens de decoração, faxinas, uber... Aí você resolve colocar no papel e percebe que, tudo o que parecia ter um impacto muito baixo para o seu bolso, é o motivo pelo qual não sobra dinheiro no final do mês para investir com aquilo que realmente queria ou precisaria!

Passei os dois últimos anos bastante desesperada com a minha situação financeira, porque, pela primeira vez, entrei no cheque especial, não tinha mais um investimento de emergências para contar e comecei a dever mais de quatro dígitos. Mesmo ciente da minha condição, acabava não fazendo planos melhores para diminuir meus gastos e vivia uma vida que não poderia bancar. Lá vai um dos hábitos que desenvolvi nesses anos: chego cansada após um dia de trabalho, estressada porque não tenho dinheiro...

11 fevereiro 2015

Anime e Mangá: Usagi Drop (Yumi Unita)

Usagi Drop é uma série da mangaka Yumi Unita que começou a ser publicada no Japão pela revista Feel Young em Outubro de 2005 e chegou ao Brasil no ano passado pela editora NewPop (adoro as séries publicadas por essa editora!).

A história começa quando Daikichi Kawachi, um jovem solteiro, descobre que o avô que acabara de falecer deixou uma filhinha bastarda de 6 anos, a pequena e já bastante madura Rin Kaga. Após o funeral, a sua família se reúne para decidir o futuro da menina: estavam a ponto de deixá-la em um orfanato quando o rapaz interfere e toma a decisão de, ele mesmo, criá-la.

Daikichi, que é um cara todo atrapalhado, agora tem a missão de cuidar sozinho de Rin e precisa mudar toda a sua rotina: antes podia sair sem preocupações para beber com os colegas de trabalho; agora, porém, precisa até declinar a sua jornada para sair mais cedo e buscá-la na escolinha, fora diversas outras responsabilidades que o cuidar de uma criança proporciona. Aos pouquinhos vai aprendendo sobre essa sua nova tarefa com a própria garotinha e com outros personagens que vão surgindo ao longo da série, como a mãe de um colega de escola de Rin e com uma colega de trabalho.


Imagens do anime

Por enquanto só chegaram um total de 3 edições de 10 aqui no Brasil e estou ansiosíssima para ler o restante da série, que acompanha o crescimento de Rin até a adolescência (veja as capas aqui). Enquanto a série ainda não foi completamente lançada, me contentei com os 11 episódios do anime (que se foca apenas na infância da garota) e é igualmente fofinho, e com o live-action, estrelado por Kenichi Matsuyama (o mesmo de Death Note) - que me fez chorar litros! ;-;


O trailer do live-action

O mangá, que é uma mistura de comédia com drama, nos mostra como é o desafio de criar uma criança (especialmente sendo por um cara solteiro): desde a simples tarefa de pentear os cabelos pra fazer maria-chiquinhas (ou "orelhas de coelho", e daí vem parte do nome da série, usagi) ou consolar quando faz xixi na cama, até ser forte quando ela estiver doente e juntar as pecinhas do quebra-cabeça para encontrar a mãe que a abandonou. Nos mostra também que acompanhar o desenvolvimento de um outro ser é muito trabalhoso e requer sacrifícios, mas que vale muito a pena!

06 fevereiro 2015

Livro: Persuasão (Jane Austen)


Completei no ano passado a minha coleção de livros da Jane Austen (aqueles pockets da BestBolso) e, como estava com saudades dos seus romances, resolvi ler Persuasão - na verdade porque era o mais curtinho dos que eu ainda faltava ler! Hihihih :3

A história, que foi publicada originalmente em 1818 e foi a última escrita pela autora, gira em torno de Anne Elliot, que vive com o seu pai, o baronete Walter Elliot, e sua irmã, Elizabeth (que passou a tomar conta da casa após a morte da mãe). Devido aos gastos exacerbados, a família resolve alugar sua propriedade aos Croft e se mudam para Bath.

Anne tem outra irmã, Mary, que é casada com Charles Musgrove e vive Uppercross Hall. A protagonista é a única que consegue conviver com o caráter de Mary e sempre que possível passa um tempo em sua propriedade para cuidar da saúde da irmã.


Imagens do filme de 2007 pela BBC

Nessas idas e vindas à Bath, ao vilarejo de Uppercross Hall e à propriedade alugada por sua família - entre passeios, bailes, jantares -, a moça reencontra o seu antigo amor, Frederick Wentworth. Ambos foram noivos há 8 anos, mas Anne acabou sendo persuadida por sua amiga e mentora, Lady Russell, e rompeu com o rapaz pois era pobre na época - atualmente ele é um oficial da marinha. Agora, com 27 anos, sente-se arrependida já que tudo indica que Wentworth está atraído por sua vizinha Louisa Musgrove, e seu primo Mr. William Elliot e herdeiro de seu pai deseja tomá-la como sua noiva - e todos os rumores da sociedade em que vive apoiam a decisão.


O trailer do filme de 2007 pela BBC

Confesso que o livro não é dos meus favoritos da autora e penei para lê-lo: muitas vezes parei com a leitura porque achava tudo muito enrolado; apesar de a história ter sido mais curta que as demais, não me envolvi tanto. Contudo, é um bom livro para termos uma noção de como era a cultura da classe alta britânica em meados do século XIX, e o aprofundamento psicológico das personagens e as reflexões sobre o amor e a capacidade de persuadir (e também de amadurecer e se livrar dessas amarras de ser persuadida facilmente) que a autora promove são incríveis!

"Há casos em que um conselho pode ser tanto bom quanto mau - dependerá dos acontecimentos."

Exitem algumas adaptações da obra tanto para televisão como para cinema. Recentemente assisti ao filme de 2007 da BBC, estrelado por Sally Hawkins e Rupert Penry-Jones: não é tão fiel ao livro - achei a Anne um tanto mais sentimental, inclusive, e o enredo um pouco mais dramático -, mas é uma ótima adaptação!

Fontes: Wikipédia e Filmow

05 fevereiro 2015

Livro interativo: Q&A a day 3*year journal

Depois de ver diversas resenhas positivas em blogs e vlogs, saí em busca do meu Q&A a day. Ele é um livro interativo publicado pela Potter Style e vem com 365 páginas para você preencher durante um longo período de tempo: a versão mais popular é o de 5 anos, mas encontrei apenas o de 3 - a diferença é que este último tem as páginas decoradinhas e perguntas mais voltadas ao público adolescente, mas nada que torne a experiência insignificante se você for adulto e resolver preencher também!


Q&A a day 3*year journal: o livro interativo voltado ao público adolescente

Em cada uma de suas páginas contém a data (dia, mês e lacunas para os anos), uma pergunta e espaços para você responder. Ele é mais um daqueles livros interativos (ou journals) com a obrigatoriedade de preencher todos os dias, mas é bem mais simples se comparado ao 1 página de cada vez em que você tem que fazer certas tarefas que demandam muito tempo: no Q&A basta responder à uma pergunta e isso não leva mais que 5 minutos!


04 fevereiro 2015

HQ: Minha madrinha bruxa (Jill Thompson)

Jill Thompson é uma autora e ilustradora que
nasceu nos EUA e trabalhou em diversas séries para a DC Comics/Vertigo, como Mulher Maravilha, Monstro do Pântano, Orquídea Negra, Os Invisíveis, iniciou uma aclamada parceria com Neil Gaiman em Sandman, e criou HQs para editoras como a Marvel e a Dark Horse. Já fazia um tempo em que estava namorando sua série Minha madrinha bruxa só por olhar pela capa, que foi publicada aqui no Brasil pela editora NewPop (aliás, a maioria dos mangás que estou comprando atualmente foram publicados por eles!) e traz um compilado de seis histórias.

Tudo começa quando Hanna Marie, uma garotinha que morria de medo de monstros, sai sem seus pais pela primeira vez em busca de gostosuras ou travessuras - bingo! é dia de Halloween!


Hanna empolgadaça por causa do Halloween

É claro que Hanna não vai sozinha: o primo Jimmy e sua turma a acompanham durante essa tarefa. Mas o garoto logo fica entediado porque a menina anda MUITO devagar e pode atrasá-los para conseguir uma grande porção de doces... É aí que vem a ideia endiabrada: Jimmy leva a prima em frente a uma casa supostamente assombrada e inventa uma história de que, se a criança mais nova não deixar doces em seu porão, os monstros podem sair de lá e comer cada criança do mundo! Sim, ele conta na esperança de que Hanna se assuste e volte para casa mais cedo, mas não esperava que seria realmente corajosa de entrar lá!

30 janeiro 2015

Livro: Eu sou Malala (Malala Yousafzai & Christina Lamb)


Provavelmente você já deve ter ouvido falar em Malala Yousafzai, a adolescente paquistanesa que desafiou o Talibã e ganhou o Nobel da Paz em 2014. Em Eu sou Malala, livro publicado em 2013 pela Companhia das Letras aqui no Brasil, viajamos lá para o país islâmico para conhecer e compreender toda a história de luta da garota até o momento em que o livro foi lançado.

Malala só tem um sonho: o de ver garotas como ela estudando livremente em seu país; um sonho que foi considerado uma provocação e quase a levou a morte, já que foi baleada no crânio por um membro do movimento fundamentalista islâmico nacionalista (o Talibã) em 2012.


O livro já começa descrevendo o dia em que fora baleada, com um prólogo intitulado de O dia em que meu mundo mudou. Aqui já criamos toda aquela expectativa em descobrir porque uma garota tão inofensiva (pelo menos para nós) foi perseguida e quase conheceu a morte. A autobiografia segue com a Parte I, Antes do talibã, começando com um foco especial na história de seu pai, Ziauddin Yousafzai, aquele que plantou a sementinha na cabeça da filha, pois também lutou para conquistar o seu sonho de administrar sua própria escola (mesmo que isso tenha custado grande parte de seu dinheiro e conforto de sua família). Os capítulos seguintes descrevem como foi para Malala crescer na escola do pai, como era a sua aldeia, quais eram suas preocupações, o momento em que tentaram fechar a escola do pai porque admitiam alunas e o terremoto no vale do Swat, onde morava.


Palestra de Ziauddin Yousafzai no TED: Minha filha, Malala

A partir da Parte II, O vale da morte, as coisas começam a ficar mais tensas: entra o Talibã, que começa cativando os muçulmanos com suas palavras na estação de rádio clandestina Mulá FM para plantar uma guerra contra aqueles que não seguiam os seus princípios, mais detalhes sobre o dia em que Malala e suas colegas foram baleadas na Parte III, Três meninas, três balas, a sua cirurgia na Parte IV, Entre a vida e a morte, e como tem seguido com sua vida na Parte V, Uma segunda vida.

Devorei o livro em pouquíssimo tempo e a história me emocionou demais! Gostei especialmente porque pude conhecer melhor a história do Paquistão e sua cultura, e porque nos faz sair da caverna eliminando (ou tentando eliminar) aquele nosso pré-conceito de que todo muçulmano segue cegamente os princípios do Talibã e é a favor do terrorismo. Não é bem assim! Existem muitos como Malala e seu pai que lutam pelos seus direitos (e pelos de suas mulheres) e que fazem uma outra leitura do Alcorão.

"No Paquistão, quando sou proibida de ir a escola, compreendo o quão importante é a educação. A educação é o poder das mulheres!" (Malala Yousafzai)

Para saber mais: Malala fundou uma ONG, o Malala Fund, e você pode acompanhar as novidades através de sua página no Facebook!

29 janeiro 2015

Livro interativo: Livro do bem (Freitas & Grecco)


Outro livro interativo em que tenho dedicado parte das minhas horas livres para preencher (além do 1 página de cada vez e do listography) é o Livro do bem, idealizado por Ariane Freitas e Jessica Grecco (as administradoras da página Indiretas do bem).


Meu Livro do bem cheio de marcadores nas páginas que preciso terminar

Diferente do livro de Adam J. Kurtz que tem aquela obrigatoriedade de preencher apenas uma página diariamente, a proposta é que você realize suas atividades sempre que tiver vontade, quantas quiser e na ordem que quiser, afinal ele foi criado, de acordo com as autoras, para ajudar você a fazer coisas boas e bonitas!


28 janeiro 2015

Mangá: Afterschool of the Earth (Chikyuu no Houkagô)


Mangá indicado para maiores de 14 anos

Já faz um tempo que voltei a ler mangás, mas ficava sempre nos clássicos Love Hina, Chobits, Sakura Card Captors, Video Girl Ai, Fruits Basket... No ano passado resolvi me permitir conhecer coisas novas e Afterschool of the Earth (que ganhei do meu namorado ♥) foi uma das séries em que ~dei uma chance~!

A série (com o título original de Chikyuu no Houkagô) começou a ser lançada em 2014 pela JBC e terá um total de 6 volumes (foram lançados 4 até agora, um a cada mês). A história, do mangaka Akihito Yoshitomi, se passa em um mundo pós-apocalíptico onde todas as pessoas da Terra foram levadas - não se sabe para onde, se continuam vivas ou se irão voltar - pelos phantom, umas criaturas bastante sombrias e misteriosas.


Umas das páginas coloridas

De toda a Terra, restaram apenas Sanae, Yaeko, Anna e Masashi, o mais velho e único garoto do grupo. Os quatro jovens passam todo esse tempo livre (que lembra muito o período depois da escola por ser bem pacífico, daí o nome do mangá) explorando locais em busca de outras pessoas, tentando descobrir para onde toda a humanidade foi levada, sobrevivendo e, mesmo com tudo bastante diferente, se divertindo!


22 janeiro 2015

Livro interativo: 1 página de cada vez (Adam J. Kurtz)

Na última retrospectiva comentei que uma das atividades que tenho feito nas minhas horas livres é preencher livros interativos (ou journals, como preferir). De todos os que comprei até o momento, o que mais gostei foi o 1 página de cada vez, idealizado pelo Adam J. Kurtz.


O livro interativo e minhas "ferramentas de criatividade"

A ideia do livro é que você pare alguns minutos durante o seu dia, equipe-se com suas ferramentas (canetas, lápis-de-cor, canetinhas) e preencha uma de suas 365 páginas. No período de um ano você terá construído uma espécie de autobiografia ou diário com as mais diversas informações.


15 janeiro 2015

Leitura: Guia de fotografia para iniciantes (Fotografe Melhor)

Desde quando comprei a minha câmera DSLR decidi que gostaria de aprender a fotografar, mas não tinha tempo e nem paciência para ter a devida dedicação. Mas 2015 começou e, junto com um novo ano, sempre estabeleço algumas metas novas: uma delas foi aprender essa arte, mesmo que seja para publicar apenas aqui no blog ou guardar algumas recordações!


O material, da editora Europa

A princípio pensei em fazer um curso, mas é tanta dívida que quero eliminar neste ano que acabei mudando de ideia. Em uma das minhas idas ao FNAC, encontrei o Guia de fotografia para iniciantes, material produzido pela equipe da revista Fotografe Melhor. Na época paguei aproximadamente R$40 e o livro ficou arquivado aqui na minha estante até eu resolver tirar as teias de aranha e estudar!


05 janeiro 2015

Retrospectiva: 2014

Ano novo, metas novas: uma delas é voltar (finalmente!) com o blog e atualizá-lo pelo menos uma vez por semana. E, para manter o hábito, a primeira postagem de 2015 será uma retrospectiva (pessoal) sobre o ano passado! :)

Parte da galera que reencontrei em 2014

Todos os anos costumo organizar as retrospectivas por meses, mas neste farei diferente. Inspirada nos blogs da Julis, Jeh e Poly, desta vez dividirei pelos temas que foram mais significativos para mim em 2014!


18 julho 2014

Livro: Como você pode rir de uma coisa dessas? (Dagsson)


HQ recomendada para maiores de 18 anos

No meu aniversário, entre algumas obras do (ou sobre) o Tolkien e um journal do Game of Thrones (em breve posto aqui também!), ganhei do meu namorado (♥) o livro Como você pode rir de uma coisa dessas?, uma coletânea de outras três edições do cartunista islandês Hugleikur Dagsson lançada em 2005, que chegou no Brasil apenas neste ano - chegou tarde, mas chegou! =)

Não precisei nem abrir para me interessar, já que fiquei bastante curiosa ao ler um dos comentários na contracapa (especialmente por repetirem a palavra ofensivo três vezes):

Eu não sei o que é pior a respeito deste livro pequeno e tão ofensivo: seu conteúdo ou o fato de que uma editora tenha achado por bem publicá-lo. Seja como for, é simplesmente um lixo ofensivo, desenhado por alguém que tem tanto talento quanto meu cachorro, e cujo texto é tão ofensivo quanto possível. Esse escritor e desenhista não tem talento algum, e este livro nunca deveria ter sido publicado. É desprezível, grosseiro e enojante, e essas são as palavras mais positivas que eu poderia usar para descrevê-lo. Não quero tal livro na minha casa, vou colocá-lo no lixo reciclável na esperança de que seu papel possa ser reaproveitado em um título mais merecedor. Dagsson aparentemente é o mais famoso cartunista da Islândia. Que Deus os ajude se isso for verdade! (Gateway Monthly)


Algumas das tirinhas mais leves. A qualidade não está 100% porque são fotos do livro!

O livro traz uma série de tirinhas com traços ao estilo Cyanide & Happiness com situações constrangedoras e conteúdos politicamente incorretos: canibalismo, zoofilia, alcoolismo, pedofilia, violência, bullying, entre muitos outros. E por que o meu namorado me daria um livro tão horroroso? Porque eu aprecio, sim, humor negro! Mas aquele humor negro que nos gera uma certa reflexão a respeito de questões sociais, com uma crítica de pano de fundo, e não aquele repleto de preconceitos, discriminações e intolerância que só serve pra deixar determinados grupos (raças, credos, gêneros, etc.) lá embaixo. Não, no meu ponto de vista essa não é a intenção do livro, e se você enxergou por esse lado talvez o babaca preconceituoso é - tchanans - você!

Sim, eu ri da maioria das tirinhas! Como posso? Mas muitas delas também me serviram para refletir. E se você também não é um metido a moralista chato, talvez esta obra islandesa te promova alguma diversão e posterior reflexão! =)

20 dezembro 2013

Livro: Um porto seguro (Nicholas Sparks)

Fui tomada por uma onda de preguiça para escrever durante esses últimos meses (isso me acontece com frequência, eu sei!), mas estou de volta! Tenho tanta coisa para compartilhar (como dicas de livros, filmes, práticas em sala de aula) e espero que eu consiga fazer isso durante essas minhas férias!

Neste último domingo, comprei mais um livro do Nicholas Sparks e terminei de ler ontem. Como o Querido John, escolhi também porque a capa me chamou a atenção - não gosto de ler o resumo porque acaba me estragando toda a surpresa. O livro tem como protagonista Katie, uma mulher bastante misteriosa que acaba de se mudar para uma cidadezinha chamada Southport com o objetivo de começar uma nova vida. Lá conhece Jo, sua mais nova amiga e conselheira, e uma família formada por Alex e seus dois filhos, Kristen e Josh. Com o passar do tempo, Katie conhece a triste história de Alex, por quem se apaixona, e compartilha também seu maior segredo: ela era casada e está fugindo de seu marido, Kevin, já que sofria com um relacionamento abusivo.


Imagens do filme

É mais um daqueles romances bestsellers bem água com açúcar mesmo, que você termina de ler rapidinho graças à linguagem simples - mas é legal para passar o tempo e pode ser um conforto para um coraçãozinho apaixonado (viu como eu também posso ser romântica?)! O que me prendeu não foi bem o fato de Katie e Alex se ajudarem a superar seus problemas, mas a definição psicológica de Kevin, que tem todos aqueles traços de homens abusadores: no começo do relacionamento procura ser de uma forma (carinhoso, compreensivo, que traz segurança para a parceira), mas com o tempo a máscara cai e se torna ciumento, possessivo, manipulador, se sente superior a tudo e a todos, não assume seus erros (o erro está sempre nos outros) e tem um humor bastante instável.


O trailer

- Ele sempre se desculpava e às vezes chegava até mesmo a chorar por causa dos hematomas que havia causado nos braços, nas pernas ou nas costas dela. Ele dizia que odiava ter feito aquilo, mas, no momento seguinte, dizia-lhe que ela havia merecido tudo o que acontecera. Que, se ela fosse mais cuidadosa, nada daquilo teria acontecido. Que, se ela prestasse atenção no que fazia, ou não fosse tão imbecil, ele não teria perdido a paciência. Ela tentou mudar. Ela se esforçou para tentar ser uma esposa melhor e fazer as coisas do jeito que ele queria. Mas nada era o bastante, nunca. (...) E como ela o amava! (p. 89)

O filme baseado no romance foi lançado em Abril deste ano e conta com a atuação de Julianne Hough e Josh Duhamel. Há muita coisa diferente comparando com o livro (já que toda a história precisou ser resumida em menos de duas horas), acabaram pecando por não mostrar tanto o lado de Kevin (o marido abusador) e não achei tão envolvente, mas vale como um passatempo para uma tarde preguiçosa!

29 setembro 2013

Livro: Querido John (Nicholas Sparks)

Olha quem ~estou~ de volta! Fiquei este tempão sem dar um sinal de vida não porque estava tudo muito corrido, mas porque precisava parar e pensar na vida, organizar algumas de minhas metas... E esses momentos, pra mim, são os mais difíceis para tentar escrever alguma coisa. Mas cá estou eu novamente!

Neste período refleti a respeito de determinados assuntos que estavam me deixando com um peso enorme. Daqueles que nos deixam em crise existencial e que é preciso tomar apenas uma decisão para resolver: mudar! Mudar algumas de nossas atitudes e características, dessas que nunca nos trouxeram bons frutos. Mudar por nós, é claro, e não por outras pessoas! Se a mudança vai me trazer resultados legais eu já não tenho certeza; mas a gente só descobre tentando, não é?

Em meio a toda essa crise - que, olhando assim de fora, agora parece besteira -, um dos meus confortos acabou sendo a leitura. Resolvi comprar um romance bestseller, desses bem água com açúcar mesmo, para dar uma relaxada. A vítima foi Querido John, do Nicholas Sparks, e escolhi sem ler o resumo da contracapa ou sem ter lido resenha alguma em blogs: apenas olhei a capa e "vai esse mesmo!".


Imagens do filme

A história se passa em uma região litorânea dos EUA, onde John, um soldado que estava de licença, conhece Savannah, uma universitária cheia de sonhos, por quem se apaixona nessas poucas semanas. A licença do rapaz acaba e o casal precisa se separar, mas prometem que ao final dessas missões irão se reencontrar e casar. Para manter a chama acessa (olha que bonito!), ambos passam a trocar inúmeras cartas contando a respeito do dia-a-dia e de como estão apaixonados um pelo outro. Até chegar o 11 de Setembro e John ter que tomar uma decisão que pode mudar o seu destino...


O trailer

Confesso que não é daqueles livros que vai entrar para a minha lista de favoritos, mas foi bacana para distrair a cabeça mesmo! Ele deu origem a um filme, lançado em 5 de Fevereiro de 2010 e estrelado por Channing Tatum e Amanda Seyfried, que toma um rumo bastante diferente. Achei bem fraquinho, comparado ao bestseller, mas também não é de todo o mal - compensa pelo protagonista! Hahahah..

11 setembro 2013

Sala de aula: As máquinas malucas

Você já conhece a história A máquina maluca, da autora Ruth Rocha? A história começa quando o professor Batista, um cientista que também é tio do garoto Maneco, inventa uma máquina que faz tudo. Os homens do governo ficam bastante animados com a invenção e colocam a tal máquina para administrar toda a cidade: ela fazia os aviões subirem e descerem, controlava as águas das casas, os elevadores dos prédios, entre muitas outras coisas, e poupava a população de trabalhar. Só que certo dia ela passa a ficar bastante exigente e é aí que começa a confusão!

Li esse livro para todas as minhas turmas (primeiros, segundos e terceiros anos) nas aulas de informática educativa, seguido da seguinte proposta: cada uma das crianças deveria usar a criatividade e inventar uma máquina maluca também, mas que fizesse coisas diferentes da do professor Batista!


As crianças desenhando

As crianças utilizaram o software Microsoft Paint para desenhar e para cada faixa etária havia uma habilidade ou conteúdo a ser trabalhado, entre eles a coordenação motora, criatividade, escrita, como usar a ferramenta e como salvar. Como esta foi a primeira atividade que desenvolvi com essas turminhas, aproveitei o momento para fazer observações e avaliá-los quanto a utilização do programa e dos periféricos (como mouse e teclado).


Algumas das obras

Apesar de nem todas as crianças conseguirem terminar e outras fugirem da proposta, o resultado ficou bem legal! Para que o restante dos colegas apreciasse suas obras, fiz um pequeno vídeo com todos os desenhos e postei alguns deles no blog da nossa escola! Todos eles gostaram bastante de ver o resultado e se impressionaram com as produções de alguns!

15 agosto 2013

Leitura: O fantástico mistério de Feiurinha (Pedro Bandeira)

Quem foi que disse que os contos de fadas terminavam no "felizes para sempre"? Mesmo depois de 25 anos casadas com seus Príncipes Encantados e grávidas - exceto por Chapeuzinho Vermelho, que continua solteirona -, Cinderela, Branca de Neve, Bela Adormecida, Rapunzel, Bela-Fera e Rosaflor Della Moura Torta se reencontram em uma reunião extraordinária para desvendar um mistério: a princesa Feiurinha desapareceu! E se ela desapareceu, muito provavelmente as outras princesas também podem sumir do reino encantado!

Para evitar que isso aconteça, as sete moças pedem a ajuda para que um autor (seria ele o próprio Pedro Bandeira?) recupere a história da amiga - afinal nenhuma delas se recorda de como era. Para desvendar este mistério, o rapaz entra em contato com outros autores do mundo inteiro e... Bom, agora você vai ter que ler essa história bastante divertida e envolvente para descobrir, além de poder apreciar as lindas ilustrações de Avelino Guedes!


Xuxa em O Fantástico mistério de Feiurinha

Do livro também originou o filme com o mesmo título (2009), estrelado por Xuxa Meneghel e companhia global, indicado ao Grande Prêmio Cinema Brasil de 2009 como melhor filme infantil. Não sou lá muito fã da Rainha dos Baixinhos, mas achei que a produção ficou bem interessante!

12 agosto 2013

Sala de aula: A leitura e suas diferentes estratégias

Relato de prática com a minha turma de primeiro ano (2012) desenvolvido para o curso A criança de 6 anos no Ensino Fundamental

Enquanto que as atividades de leitura são tradicionalmente realizadas com o objetivo de apenas ensinar as crianças a ler e a escrever contando como recursos os textos escolares e os questionários de interpretação que acabam assustando os educandos, Délia Lerner propõe que a escola deve aproximar as crianças da leitura, não distanciando-a de seu uso na sociedade.


Alguns de nossos momentos de leitura

Existem formas diferentes de ler e, ainda segundo a autora, cada leitura tem um fim, um objetivo, além do que, dependendo da obra, é aberta a múltiplas interpretações. Para que cada forma de ler seja ensinada, é preciso que o professor utilize diversos tipos de texto - e não somente os textos escolares -, e considere também a relação entre o leitor com o texto, ou seja, as múltiplas interpretações dos alunos e se apoiar nelas, até que construam uma interpretação mais ajustada.

Desde o começo do ano trabalhei com a leitura de diversos tipos de texto com os meus alunos: literários (poemas, contos de fadas, fábulas, etc.), jornalísticos (notícias e suas manchetes), informativos (textos científicos para crianças de revistas ou internet, definições em dicionários, sinopses), instrucionais (regras de jogos, receitas), epistolares (cartas e bilhetes), humorísticos (piadas, adivinhas, histórias em quadrinhos) e até publicitários (propagandas). Os textos eram selecionados de meu acervo pessoal, da biblioteca da escola, da internet ou da nossa sala de leitura, e costumavam ter alguma relação com a temática das atividades que seriam desenvolvidas ao longo do dia ou da semana.

Como atividade habitual, lia todos os dias para os alunos um texto literário no início de cada aula e o objetivo desta atividade era desenvolver o comportamento ouvinte, o prazer pela leitura, assim como a interpretação. No início, algumas crianças se levantavam durante as leituras, outras conversavam com seus colegas, ou até mesmo ficavam brincando com os seus materiais. Ao longo do ano esse comportamento foi sendo desenvolvido devido à frequência com que foi trabalhado, até que todos passaram a se atentar às leituras, assim como procurar os portadores desses textos nos cantinhos para lerem novamente. Para saber mais sobre esse tipo de leitura, clique aqui.



Outros de nossos momentos de leitura

Procurei valorizar a interpretação de cada criança sobre os textos lidos, que sempre relacionavam com as suas experiências pessoais, assim como faziam intertextualidades: perceberam que o livro A fantástica fábrica de chocolate, de Roald Dahl, era diferente do filme dirigido por Tim Burton; que Pretinha de neve e os sete gigantes era uma versão do clássico conto de Branca de Neve; entre muitas outras. Ainda sobre a interpretação, confeccionamos um livro com ilustrações, onde as crianças relembraram o que aconteceu em cada capítulo de A fantástica fábrica de chocolate.

Os textos informativos eram trabalhados uma vez por semana ou a cada quinze dias, e os outros tipos de acordo com a nossa necessidade ou conforme a temática ia surgindo com as demais disciplinas, como no caso de termos lido propagandas de perfume quando estávamos estudando o olfato em Natureza e Sociedade.

Tivemos também as leituras pelos alunos de diversos tipos de texto que eram realizadas nos cantinhos ou em outros momentos, e leituras compartilhadas, onde as crianças liam situações-problema ou enunciados de atividades para os seus pares e os interpretavam, assim como a leitura diária de nossa rotina - não exigia, aqui, que copiassem sempre em seus cadernos, afinal o objetivo desta atividade era desenvolver a leitura.

Para avaliar a leitura dos alunos, fazia tanto observações como sondagens, que eram baseadas nas expectativas de cada bimestre para o primeiro ano, de acordo com as Orientações Curriculares municipais (ler palavras cotidianas, ler textos de memória, etc.).

+ Para saber mais
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: O real, o possível e o necessário. São Paulo: Artmed, 2002.

01 agosto 2013

Livro: Razão e sensibilidade

Assim que o Sr. Dashwood morre, sua viúva e suas três filhas enfrentam problemas financeiros já que grande parte da herança acaba sendo passada para John Dashwood, filho do primeiro casamento. Mesmo fazendo uma promessa ao pai de que ampararia a madrasta e suas meia-irmãs, o rapaz se muda imediatamente com sua esposa, Fanny, para Norland Park e faz delas suas meras hóspedes. Durante este tempo, Elinor, a mais velha das irmãs, se apaixona por Edward Ferrars, irmão de sua cunhada. Fanny desaprova esta união e incentiva John a procurar um novo lar para a família.

Elinor, Marianne, Margaret e a mãe se mudam para um chalé em Devonshire, que fica próximo à residência de John Middleton, um parente distante. Ele as apresenta à sociedade local, que inclui sua sogra inconveniente, Sra. Jennings, e o gentil de meia idade Coronel Brandon, que se apaixona por Marianne. No entanto esta paixão acaba não sendo correspondida, já que a atenção da jovem se volta para John Willoughby, um belo rapaz que conheceu assim que sofreu um acidente.


Imagens do filme de 1995

Quando a mente não está desejosa de convencer-se, sempre encontra algo para suportar suas dúvidas.

A história, escrita pela autora Jane Austen e publicada em 1811, gira em torno das paixões das irmãs Elinor e Marianne: a primeira sempre bastante racional, enquanto que a segunda não poupa os outros de suas emoções. Graças às experiências que enfrentam no decorrer da história, ambas acabam mudando essas personalidades e aprendendo uma com a outra.

O livro deu origem também a adaptações para o cinema, entre elas a de 1995 estrelada por Emma Thompson, Kate Winslet e Hugh Grant, e a mais recente Sem prada nem nada, versão mexicana de 2011.

09 julho 2013

Evento: Anime Friends 2013


Este ano estou em mais um daqueles Momentos Nostalgia, relembrando das coisas que gostava de fazer na minha adolescência. Dois exemplos são anime e mangá: peguei alguns para assistir novamente e reler, assim como tenho tentado conhecer outros mais recentes.

E aproveitando que este hobbie retornou, pretendo ir também no próximo Anime Friends para matar a saudade e fazer algumas comprinhas. O evento terá início no dia 11/07 e, como o próprio nome já sugere, reúne fãs animes e mangás (que não são necessariamente otakus), e também traz diversas outras atrações relacionadas a cultura japonesa, games, cosplay, palestras, concursos, artistas nacionais e internacionais, estandes de vendas e espaços temáticos (como os de Lolitas, cultura medieval, Harry Potter e Pokémon).


Em 2005, com amigos e cosplayers

Não sei exatamente como será neste ano, afinal fui apenas em 2005 e 2006 - tentei entrar no de 2004, mas não rolou, como conto neste post. Pelo que me lembro, no primeiro eu fiquei bastante encantada porque era tudo novidade, enquanto que o segundo foi apenas "mais do mesmo". Além disso, o espaço foi um problema, estava muito abafado e era muito difícil andar de um canto para outro devido a aglomeração de pessoas. No entanto acredito que, depois de 7 anos, a organização e infraestrutura está bem melhor!



Em 2006: Nossa, como eu era gata!

Ainda não comprei os ingressos e não decidi em que dia vou. Se você for, me conta nos comentários! Quem sabe a gente pode se encontrar lá! =)

Para saber mais: Anime Friends.

03 julho 2013

Livro: Odd e os gigantes de gelo (Neil Gaiman)

Neil Gaiman é um autor britânico contemporâneo de literatura adulta e infantil que conheci graças a um amigo - que me indicou a leitura de Os filhos de Anansi - e desde então está na minha lista de favoritos. Ele começou com quadrinhos (como o clássico Sandman) e passou a escrever também romances, bem como roteiros para filmes (como Stardust e Beowulf). O que mais aprecio em suas obras são a fantasia e o toque obscuro, além das muitas passagens absurdas e politicamente incorretas que geralmente me deixam boquiaberta!


Minha pequena coleção

Como dica de leitura, deixo hoje Odd e os gigantes de gelo (que ganhei daquele meu amigo já citado), com ilustrações de Brett Helquist, que o autor escreveu em 2009 para o Dia mundial do livro do Reino Unido. A história se passa em um vilarejo viking da antiga Noruega, onde Odd, um garoto bastante azarado, vive. Ele mora apenas com a mãe, já que o pai faleceu em uma expedição, e ficou manco assim que uma árvore caiu em sua perna, tornando-o motivo de chacota entre os seus vizinhos.



A capa do livro

Certo dia Odd resolve se refugiar em uma cabana na floresta que pertencia ao seu pai, afinal a vizinhança inteira estava mal-humorada por causa do inverno interminável, e encontra um urso, uma raposa e uma águia conversando. Descobre que os três animais são, na verdade, os deuses Thor, Odin e Loki, que foram expulsos de Asgard e tentam recuperar o seu mundo dos gigantes de gelo. O garoto, então, logo se junta aos deuses nórdicos para tentar ajudá-los em sua missão.


Uma das ilustrações

A história é bem curtinha (talvez por ter sido direcionada ao público infanto-juvenil), mas dá pra ter uma ideia de como eram as crenças e costumes do antigo povo da Noruega. Se você se interessa por mitologia nórdica, possivelmente vai curtir!