31 julho 2013

Dazzle DVD Recorder HD: Resolvendo possíveis problemas

Desde os meus 8 anos, um dos meus maiores hobbies era gravar vídeos. Pegava a JVC do meu pai e gravava uma porção de besteiras, desde vídeos registrando o nosso dia-a-dia como imitações de alguns programas de TV. Isso nos rendeu dezenas de fitas VHS e algumas, inclusive, acabaram embolorando.


Com medo de perder esses registros definitivamente, comprei uma placa de captura para fazer os backups para DVD. A placa que comprei é a Dazzle DVD Recorder HD, que captura imagens tanto de vídeo-cassetes como de vídeo-games, e é externa: ou seja, basta plugar na entrada USB de qualquer tipo de computador.

Pelo que pesquisei, é uma das mais em conta, custando por volta de R$200 e para ter uma noção de como fica a imagem no computador, assista ao vídeo que postei lá no vlog! De início me frustrei bastante porque não conseguia fazê-la funcionar: ora não reconhecia a imagem, ora não reconhecia o áudio, ora funcionava somente em preto e branco... Depois de ler e assistir diversos tutoriais, além de fazer diversos testes, consegui copiar alguns vídeos!



Uma resenha em vídeo da placa

Caso você já tenha comprado a sua e passa pelos mesmos problemas pelos quais passei, tente seguir um desses ou todos os passos:

Passo #1: Com a placa de captura plugada, acesse suas propriedades em Dispositivo e impressoras no Painel de controle e remova os seus drivers. Em Programas e recursos, no Painel de controle, remova também os programas Pinnacle Studio HD v.14 e AM Capture. Desplugue a placa de captura e instale novamente os drivers e programas a partir do CD de instalação, de acordo com o manual.

Passo #2: Abra o Pinnacle Studio HD v.14 e vá na opção de Importar. Mexa nas configurações da placa de captura clicando na setinha (mude entre 4:3 e 16:9, ou PAL, NTSC e SECAM). Abra junto o AM Capture e em Options selecione Video Capture Filter. Para o meu funcionar, eu configuro o padrão do vídeo em PAL-M.

Passo #3: Se ainda assim não funcionar, ao invés de ligar o vídeo-cassete na placa de captura, ligue primeiramente os cabos de um DVD (o DVD deve estar ligado, é claro!). O meu só funciona desse jeito!

Espero ter ajudado!

29 julho 2013

Receita: Baked Potato

Sabe quando você está meio sem paciência pra cozinha e quer colocar em prática uma receita bem fácil de fazer? Daquelas que não dão trabalho mesmo e que não deixam uma porção de louça suja na pia para o dia seguinte? A receita de hoje se encaixa nesta categoria e fica BEM gostosa!


Ingredientes
+ Batatas grandes;
+ Requeijão ou cream cheese;
+ Bacon frito;
+ Cebolinha picadinha;
+ Margarina, manteiga ou azeite;
+ Sal a gosto.

Modo de preparo
Lave bem as batatas e, com um garfo grande ou uma faca, faça diversos furos em cada uma. Embrulhe-as, separadamente, em papel alumínio e deixe assar em forno bem quente por aproximadamente uma hora. Assim que estiverem bem macias por dentro, abra o papel alumínio e deixe assar por mais 10 minutos. Quando retirar do forno, corte-as ao meio, tempere com sal e azeite/margarina/ou manteiga, passe cream cheese ou requeijão e jogue uma camada de bacon e cebolinha por cima. Bon appetit!

26 julho 2013

Filme: A lenda de Beowulf

Filme recomendado para maiores de 14 anos.

Gosto muito de histórias com elementos de fantasia, medievais, mitológicos, e um dos meus filmes favoritos com essas temáticas é A lenda de Beowulf. O filme foi lançado em 2007, dirigido por Robert Zemeckis, escrito por Neil Gaiman e, apesar de ser uma animação, conta com a atuação de Anthony Hopkins, Angelina Jolie e Ray Winstone.


Imagens do filme

O longa foi baseado em um poema épico inglês escrito no século XI que conta a história de Beowulf, quase um Hércules sueco, conhecido por diversos feitos inacreditáveis. O herói viaja até a corte do rei Hrothgar, na Dinamarca, com o objetivo de matar Grendel, uma criatura monstruosa e devoradora de humanos. Assim que consegue derrotá-lo, a mãe do monstro o procura e faz uma oferta bastante tentadora: oferece poder e força eterna, mas em troca o rapaz deve lhe dar um filho. Ele aceita e, graças a essa escolha, seu reino acaba sendo amaldiçoado.



O trailer

A modelagem das personagens e cenários é de deixar qualquer um boquiaberto! O enredo é bastante envolvente e, fazendo jus à época em que o filme se remete, há diversas cenas de ação que são, por sinal, bastantes realistas - doía em mim a cada golpe! Há também todo um toque de sensualidade (mas nada muito explícito!): em algumas passagens, você, mulher, provavelmente vai pensar "Bem que esse Beowulf poderia ser real!" que eu sei! #encalhadaadvancedmode

No decorrer, apesar de ser apenas uma lenda, podemos ter um pouco de noção de como era a cultura da época na localidade em questão. Pra você que também se interessa pela temática, é um filme que recomendo!

25 julho 2013

Pré-conceitos? Saia da caverna!

Sabe quando você ouve todo um discurso, tem um comichãozinho e fica doido pra questionar, mas evita para não criar qualquer tipo polêmica? Recentemente ouvi de uma colega que brasileiro é um povo cheio de preconceitos e que não assume abertamente, assim mesmo, em terceira pessoa, e logo me veio a vontade de perguntar se ela era uma pessoa que tinha preconceitos, mas deixei pra lá.


Conhecem o mito da caverna, de Platão?

De qualquer forma eu concordo com ela, mas ter preconceito não é algo que se limita somente aos cidadãos do nosso Brasil varonil. Todo mundo tem os seus pré-conceitos mesmo que não tenham relação alguma com questões de gênero, raciais, étnicas, religiosas... Eu também tenho os meus e não tenho vergonha de assumir, porque o que faço todos os dias é tentar superá-los buscando compreender e aprender com o universo do outro. O complicado é quando esse preconceito se manifesta através de uma atitude discriminatória, intolerante; quando a perseguição e o desrespeito são justificados por conta de uma suposta diferença.

Você, assim como eu, já deve ter sofrido com algum tipo de discriminação. Já sofri por ser mulher, por ser agnóstica e por residir em um bairro considerado de classe baixa, e isso tudo tem a sua resposta na História, mas já sofri também enquanto era a única branca no meu grupo do Ensino Fundamental. Era chamada de racista, levava tapa na cara, ganhava uma porção de apelidos jocosos, sem eu nunca ter tido qualquer tipo de preconceito racial! A justificativa era por ser diferente mesmo.

E não me venha tentar amenizar dizendo que, neste caso, a discriminação não teve nenhum contexto histórico e que foi algo bastante pontual, individual. Concordem ou não, mas acredito que qualquer tipo de intolerância merece a devida atenção. É claro que é preciso tomar cuidado e ter bom senso para saber distinguir, analisar todo o seu contexto, porque nem sempre a intenção de alguém que fez determinado discurso era a de discriminar. Se não entendeu direito, mantenha a cabeça aberta e pergunte, e não interprete da forma como bem quiser - afinal todo e qualquer comentário gera múltiplas interpretações!

Sempre digo que o ser humano é um bicho contraditório (e não vou me excluir, afinal também cometo algumas contradições aos olhos dos outros): tem gente que luta contra a intolerância, mas é intolerante com os demais! Que exige respeito, mas não respeita! Que está de saco cheio de provocações, mas que provoca! Que quer ser ouvido e entendido, mas que também não ouve e não entende. Falta um pouco mais de humildade e o orgulho extrapola seus limites.

Deixe o seu lado metido a moralista chato pra lá, porque ninguém consegue ser tão perfeito! Descubra e assuma, pra você mesmo, os seus pré-conceitos; mas faça para melhorar como pessoa, tentando superá-los a cada dia e não chegue ao ponto de usar o seu próprio sofrimento ou o contexto histórico como justificativa para discriminar os demais! Afinal nem todo homem tem atitudes machistas. Nem todo branco é racista. Nem todo cristão quer impor a sua crença. Sinto dizer, mas pensar desta forma só te faz mais um preconceituoso babaca! Saia da caverna: abra essa sua cabeça, observe, questione e procure entender as coisas do jeito que são, e não como você imagina serem!

[EDITADO] Agora, em 2021, tenho alguns pontos de vista completamente diferentes do meu eu do passado, mas resolvi manter o post ainda público como registro da minha história e da minha mudança.

20 julho 2013

Tutorial: Como não fazer uma automaquiagem

Hoje tenho um casamento para ir e nesses últimos dias passei o tempo estudando teoria de automaquiagem e tentando colocar em prática. E olha que eu me surpreendi com o resultado! Acho que tenho o dom pra isso. Tanto que resolvi compartilhar com vocês esta minha habilidade através de um vídeo que publiquei no vlog.


E aí, curtiram, gatanzzz? Se você quiser continuar acompanhando as atualizações do canal, se inscreva no botão logo abaixo! =)

15 julho 2013

Game: LEGO Lord of the rings


Game recomendado para maiores de 10 anos

Comprei o jogo LEGO Lord of the rings assim que foi lançado, em meados de Fevereiro deste ano, e meu objetivo era ter um game multiplayer para jogar com o namorado quando estivéssemos caçando o que fazer. Deste tempo pra cá ele só veio me enrolando, então, nestes últimos dias, resolvi começar a jogar sozinha mesmo!

Existem vários jogos ao estilo LEGO (Harry Potter, Piratas do Caribe, Indiana Jones, logo mais o Marvel Super Heroes), mas nenhum deles me chamou a atenção. Optei pelo do Senhor dos anéis porque sou apaixonada pela trilogia, mas confesso que não estava esperando muito.


Gameplay resumidinho que gravei


E ele me surpreendeu demais! Além de procurar seguir fielmente à trilogia (em relação ao enredo, à modelagem das personagens, cenários, fotografia, diálogos, enfim), há também um toque cômico - não só por misturar personagens e pecinhas em LEGO com um cenário mais realista, mas também por exagerar em algumas cenas (como o Boromir que, ao invés de morrer com uma flechada, morre por levar uma bananada).



Screenshots do meu jogo

O que me encantou bastante também foi o fato de poder controlar praticamente todas as personagens que aparecem na trilogia - algumas são desbloqueadas no decorrer para você comprar. Para resolver os quebra-cabeças é preciso utilizar as habilidades de cada um deles: Gimli quebrando paredes com o seu machado, Légolas atirando flechas em lugares que os outros não podem alcançar, Sam plantando e acendendo fogueiras, Aragorn rastreando trilhas deixadas por objetos, enfim. No modo multiplayer tem momentos em que a tela se divide e, enquanto um está controlando os hobbits, por exemplo, outro fica responsável pelo Gandalf em um outro cenário.


Screenshots do meu jogo

Ele tem um total de 18 capítulos, mas é possível voltar para os lugares por onde já passou para concluir outras missões. Há também a possibilidade de conseguir novas ferramentas e cada personagem pode carregar diversos tipos de itens.

O jogo foi produzido pela Traveller's Tales - que também produziu os outros games em LEGO e aqueles baseados em filmes da Disney/Pixar - e está disponível para diversas plataformas. Atualmente você encontra para baixar através do Steam por aproximadamente R$25,00!

14 julho 2013

O Metaleiro: 5 versões melhores que as originais


Mamilos Molengas é um canal do YouTube que produz vídeos de humor, entre eles esquetes e videoclipes. Os meus favoritos são os com as paródias do Metaleiro, personagem criado pelo vocalista Calone Hoffmann da banda Quase Dois. A ideia é pegar músicas de estilos completamente diferentes (funk, sertanejo, etc.) e que estão entre as mais tocadas do momento aqui no Brasil (geralmente música ruim, convenhamos) e transformar em Metal. A seguir, cinco versões que ficaram muito melhores que as originais!


A mais recente: Show dos metaleiros. Paródia do Show das Poderosas, da MC Anitta



Quadradinho de 8 (Bonde das Maravilhas)? O negócio aqui é o quadradinho de 666!


Versão para Amor de chocolate (Naldo) - pra você que nunca viu headbanger na praia!


Camaro Amarelo, da dupla Munhoz & Mariano


Sou foda, dos Avassaladores, versão metal

Nos canais dos Mamilos Molengas e do Metaleiro têm muitas outras versões. Acessa lá pra ouvir!

13 julho 2013

Top 20: Dia mundial do Rock

Em 13 de Julho de 1985, no megaevento Live Aid, o músico britânico Phil Collins disse que gostaria que aquele dia fosse considerado o Dia mundial do Rock. Apesar de ter "mundial" no nome, esta data é celebrada apenas no Brasil desde meados dos anos 1990, graças à divulgação das rádios 89 FM e 97 FM (na época, especializadas em rock).


Você consegue adivinhar quais são essas quatro bandas de hard rock?

Eu, particularmente, nunca celebrei a data indo em algum show, fazendo qualquer tipo de passeio temático (como à Galeria do Rock, por exemplo) ou ouvindo ao estilo musical o dia inteiro, mesmo porque, como já comentei neste vídeo em 2010, música é só música e não levo tão a sério como se fosse uma religião. Outra porque não consigo ver tanto significado na maioria das datas comemorativas, então pra mim não faz tanto sentido comemorar fervorosamente mais essa.

Maaaas... não custa nada aproveitar a temática para um post aqui no blog, não é? #soumuitoesperta Então, no post de hoje, deixo uma playlist com 20 músicas (entre as clássicas e até aquelas com influências de outros estilos) que têm em seus títulos a palavra rock! Depois me contem o que acharam nos comentários! =)

Rock by Fernanda Fusco on Grooveshark

09 julho 2013

Evento: Anime Friends 2013


Este ano estou em mais um daqueles Momentos Nostalgia, relembrando das coisas que gostava de fazer na minha adolescência. Dois exemplos são anime e mangá: peguei alguns para assistir novamente e reler, assim como tenho tentado conhecer outros mais recentes.

E aproveitando que este hobbie retornou, pretendo ir também no próximo Anime Friends para matar a saudade e fazer algumas comprinhas. O evento terá início no dia 11/07 e, como o próprio nome já sugere, reúne fãs animes e mangás (que não são necessariamente otakus), e também traz diversas outras atrações relacionadas a cultura japonesa, games, cosplay, palestras, concursos, artistas nacionais e internacionais, estandes de vendas e espaços temáticos (como os de Lolitas, cultura medieval, Harry Potter e Pokémon).


Em 2005, com amigos e cosplayers

Não sei exatamente como será neste ano, afinal fui apenas em 2005 e 2006 - tentei entrar no de 2004, mas não rolou, como conto neste post. Pelo que me lembro, no primeiro eu fiquei bastante encantada porque era tudo novidade, enquanto que o segundo foi apenas "mais do mesmo". Além disso, o espaço foi um problema, estava muito abafado e era muito difícil andar de um canto para outro devido a aglomeração de pessoas. No entanto acredito que, depois de 7 anos, a organização e infraestrutura está bem melhor!



Em 2006: Nossa, como eu era gata!

Ainda não comprei os ingressos e não decidi em que dia vou. Se você for, me conta nos comentários! Quem sabe a gente pode se encontrar lá! =)

Para saber mais: Anime Friends.

08 julho 2013

Tudo o que você precisa é de amor?

E se você vivesse em um mundo onde a sua forma de amar fosse considerada errada e pecaminosa? Assisti ao vídeo Love is all you need? neste último final de semana (por indicação de um amigo) e foi mais um daqueles que me balançou!


Clique no botão CC para ativar as legendas

Como já comentei em um dos vlogs, na época da minha adolescência tive a sexualidade questionada por ter determinados hobbies (como gostar de rock e vídeo-game). Mas e se eu realmente fosse homossexual? Deveria sofrer por isso, sentir vergonha e o motivo das piadas teriam uma boa justificativa?

O vídeo da diretora K. Rocco Shields inverte o que para alguns são considerados "padrões": as famílias são formadas a partir de um casal de pessoas com o mesmo sexo e todos aqueles que possuem comportamentos heterossexuais estão longe da normalidade. Uma ótima estratégia para nos aproximar do que muitos sofrem diariamente e proporcionar, talvez, algum tipo de empatia.

06 julho 2013

Filme: O fantasma da ópera

O Fantasma da Ópera é um romance francês escrito pelo autor Gaston Leroux e publicado em 1910. Li há alguns anos, assim que comecei a me interessar por literatura, e não me lembro da obra com detalhes; mas sei que desde então queria assistir ao filme de 2004 (com Gerard Butler, Emmy Rossum e Patrick Wilson), fiquei enrolando para procurá-lo e acabava esquecendo.


Cenas do filme

Ontem, finalmente, assisti! A história se passa no século XIX e tem início quando o antigo dono da Ópera de Paris se aposenta e a vende para outros dois administradores, que antes tinham um negócio na área de sucatas. Logo na primeira vez que entram na ópera está rolando um ensaio e Carlotta, uma cantora lírica um tanto mimada, ameaça desistir já que se cansou das intervenções de um suposto fantasma que tenta estragar a peça - o mesmo fantasma que exige dos novos donos que paguem um salário de 20mil francos e que reservem o camarote de número 5 para ele. Os administradores tentam bajulá-la, mas acaba em vão, e uma das empregadas sugere que Christine, a bailarina, cante em seu lugar. A jovem surpreende a todos os presentes com a sua voz, assim como aos espectadores no primeiro dia de sua apresentação.


The phantom of the opera, uma das músicas

Christine é treinada pelo que chama de O anjo da música, que acredita ter sido enviado assim que seu pai faleceu, sendo este mesmo anjo o fantasma que assombra a ópera. A partir de então o tal fantasma passa a fazer de tudo para que continue progredindo em sua carreira artística, mesmo que isso signifique prejudicar aos demais funcionários, até que descobre que a moça está apaixonada por Raoul, o patrocinador do teatro e seu amor de infância.

Gostei muito do filme que, como já devem imaginar, é um musical e traz um misto de romance, drama e suspense. Os figurinos e cenários são bastante detalhados, fiéis à época em que se passa o longa - só não dava pra olhar pro fantasma sem lembrar daquele cabelinho do Marco Feliciano, mas beleza! As músicas e seus arranjos também são excelentes! Sabe quando a música é tão boa que dá até um arrepio no braço? Então... Foi assim enquanto tocava The phantom of the opera - tudo bem que a versão do Nightwish ficou muito melhor, mas tá valendo!

E vocês, já leram à obra ou assistiram ao filme? Me contem as suas impressões nos comentários!

04 julho 2013

Banda: Kiss

Kiss é daquelas bandas de rock que todo mundo conhece (pelo menos uma música ou outra), mas não poderia deixar de publicar aqui, afinal, como já contei em um post anterior, é a minha banda de infância, a banda que desde sempre fez parte da minha história, graças à influência do meu pai.


Fotos promocionais

A banda foi formada em 1973, nos EUA, inicialmente por Gene Simmons ("The Demon", no baixo), Paul Stanley ("The Starchild", na guitarra base), Peter Criss ("The Catman", na bateria) e Ace Frehley ("Space Man", na guitarra solo), e ficou conhecida mundialmente por suas maquiagens e concertos muito elaborados que incluem guitarras esfumaçantes, cuspir fogo e sangue, pirotecnias e muito mais. Todos eles também cantam (mas isso varia de música pra música).


Rock n' roll all night. Quem nunca ouviu?

Já passaram pela banda outros integrantes, como Eric Carr ("The Fox") e Vinnie Vincent ("The Egyptian Ankh Warr"), mas atualmente a sua formação incluí Eric Singer, baterista, e Tommy Thayer, na guitarra solo.



Alguns de seus álbuns de estúdio

Gravaram um total de 24 álbuns de estúdio - os gêneros de suas músicas permeiam entre o hard rock, glam e heavy metal -, 16 vídeos (entre eles de filmes e shows de turnês, acústicos ou com o acompanhamento de uma sinfonia), receberam 24 discos de ouro e venderam mais de 100 milhões de álbuns.


Amigos e eu (com a maquiagem toda borrada) no show de 2009

É muito difícil selecionar apenas algumas músicas para indicar aqui, porque eu gosto de muitas! Tentei montar uma playlist com as minhas favoritas da banda, mas sei que devo ter me esquecido de alguma. Mas... Enjoy it!

Kiss by Fernanda Fusco on Grooveshark
Fonte: Wikipédia

03 julho 2013

Livro: Odd e os gigantes de gelo (Neil Gaiman)

Neil Gaiman é um autor britânico contemporâneo de literatura adulta e infantil que conheci graças a um amigo - que me indicou a leitura de Os filhos de Anansi - e desde então está na minha lista de favoritos. Ele começou com quadrinhos (como o clássico Sandman) e passou a escrever também romances, bem como roteiros para filmes (como Stardust e Beowulf). O que mais aprecio em suas obras são a fantasia e o toque obscuro, além das muitas passagens absurdas e politicamente incorretas que geralmente me deixam boquiaberta!


Minha pequena coleção

Como dica de leitura, deixo hoje Odd e os gigantes de gelo (que ganhei daquele meu amigo já citado), com ilustrações de Brett Helquist, que o autor escreveu em 2009 para o Dia mundial do livro do Reino Unido. A história se passa em um vilarejo viking da antiga Noruega, onde Odd, um garoto bastante azarado, vive. Ele mora apenas com a mãe, já que o pai faleceu em uma expedição, e ficou manco assim que uma árvore caiu em sua perna, tornando-o motivo de chacota entre os seus vizinhos.



A capa do livro

Certo dia Odd resolve se refugiar em uma cabana na floresta que pertencia ao seu pai, afinal a vizinhança inteira estava mal-humorada por causa do inverno interminável, e encontra um urso, uma raposa e uma águia conversando. Descobre que os três animais são, na verdade, os deuses Thor, Odin e Loki, que foram expulsos de Asgard e tentam recuperar o seu mundo dos gigantes de gelo. O garoto, então, logo se junta aos deuses nórdicos para tentar ajudá-los em sua missão.


Uma das ilustrações

A história é bem curtinha (talvez por ter sido direcionada ao público infanto-juvenil), mas dá pra ter uma ideia de como eram as crenças e costumes do antigo povo da Noruega. Se você se interessa por mitologia nórdica, possivelmente vai curtir!

02 julho 2013

Vamos falar de coisa boa? Vamos falar de (Tekpix) futebol!

Nunca consegui gostar de futebol. Enquanto meus amigos discutiam se determinado lance durante um jogo decisivo fora ou não um impedimento, eu sequer entendia como funcionava isso. Já tentei assistir a alguns jogos da seleção ou do time de coração da minha família, mas aquele campo verde hipnotizante sempre me fazia dormir. E jogar, eu só jogava pra fazer bagunça mesmo, porque sou a descoordenação em pessoa!


"Prefiro ver o filme do Pelé!"

Assim que anunciaram que a Copa de 2014 seria aqui no nosso querido Brasil, meu Brasil brasileiro, imaginei que seria um prato cheio não só para os bons amantes do futebol. Desde aquela época passamos a ouvir o famoso "imagina na Copa", mas no fundo, mesmo não gostando do esporte, eu tinha uma esperançazinha de que as coisas poderiam melhorar, afinal as atenções do mundo inteiro estariam, a partir de então, voltadas pra cá. Tinha uma visão otimista mesmo, achava que por esse motivo o transporte público, a saúde, a segurança e até a educação dariam os seus passos à frente. Mero engano!

Nada mudou nestes três últimos anos além das construções de estádios superfaturados e a tentativa de melhorar (ou derrubar?) o seu entorno. Depois de adotar a hashtag #vemprarua - o que livros de história do futuro chamarão de A revolução dos 20 centavos -, uma das reivindicações do povo brasileiro refere-se também ao campeonato mundial. E apoio o movimento por alguns pontos levantados: o da fiscalização das obras e da cobrança por melhoria das outras áreas. Mas não acho (talvez esteja enganada... talvez!) que graças à força do movimento o evento seria mesmo cancelado!



Imagina na Copa!

Suposições à parte, não comecei este post pensando em emitir qualquer opinião a respeito das atuais manifestações - até porque não a formei completamente ainda e, como já disse anteriormente, não sou formada em Ciências Sociais ou Políticas. Comecei a escrever pensando em você, meu querido, que se sente um tanto frustrado ao descobrir que o assunto do momento de determinadas pessoas (seja futebol, novela, big brother, enfim) não é compatível com os seus gostos pessoais ou com as suas convicções.

Assim que a seleção brasileira conquistou a vitória na última Copa das Confederações, houve uma enxurrada de publicações nas redes sociais comemorando. Em contrapartida, aqueles que não ligam pro esporte ou que estão completamente engajados pelos movimentos das ruas, mandavam mensagens "reflexivas", com um quê de menosprezo. Mensagens como: "E daí que a seleção ganhou? O que vai mudar na sua vida ou no seu país?" Então agora que o gigante acordou, ninguém mais pode assistir a um jogo e comemorar a vitória (como sempre fez) porque será considerado um fútil ou uma contradição humana ("vai pra rua protestar e fica torcendo pro Brasil ganhar?").


Neymar, o futebolista maroto, pra animar o seu dia!

Na boa, quantas horas você passa por dia tentando mudar a sua vida, ou o país, completamente? Não tem nenhum momento que você se desliga do mundo e resolve fazer algo por si mesmo, pra relaxar a cabeça? Nunca se jogou no sofá e passou a tarde assistindo TV, de bobeira? Não passou horas rolando a barrinha do Facebook pra ver se teria alguma fofoca? Nunca passou o tempo só ouvindo as músicas que gosta ou jogando vídeo-game? Nunca fez nada que os outros consideram besteira, mas que te traz alguma diversão? E nunca compartilhou nenhuma dessas bobeiras com os seus amigos?

Vamos dar uma maneirada nessa de querer ser o intelectual, bem informado e politicamente correto. Cada um se diverte do jeito que quiser e compartilha o que quiser (desde que não passe por cima de ninguém)! Criticar o gosto pessoal de alguém te faz superior? Você também gosta de alguma "futilidade" (algo que os outros consideram fútil) que eu sei! Maquiagem, literatura duvidosa, moda, games, filmes de terror trash, seriados, animes... Posso fazer uma lista enorme! E não é porque determinada pessoa também apoia a manifestação, que necessariamente tem uma visão como a sua: ela tem todo o direito de apoiar e continuar gostando de futebol!

01 julho 2013

Cover: Talk dirty to me

Talk dirty to me é uma música que foi originalmente gravada pela banda Poison, faz parte do álbum Look what the cat dragged in (1986) e foi o primeiro hit de sucesso internacional dos caras, sendo classificada pelo canal VH1 como uma das 40 melhores músicas de hard rock de todos os tempos.


A versão original, gravada pela banda Poison

Hoje trago pra vocês diversas versões, cada uma bem diferente da outra!



Versão death metal da banda Children of Bodom. Minha favorita!


Versão ska da banda Regatta 69


Versão punk rock da banda Jughead's Revenge


Versão punk rock da banda Toilet Boys


Versão pop punk da banda The McRackins


Versão metal industrial da banda Static-X


Versão rock alternativo da banda Weezer


Essa não podia faltar! Versão na vlogueira Chris Athey