19 janeiro 2019

Viagem: 8 coisas para fazer na Barra da Lagoa (Florianópolis - SC)

Após cinco anos juntos, o omi e eu fizemos (finalmente!) a nossa primeira viagem. O destino foi Florianópolis e ficamos hospedados em uma pousada na Barra da Lagoa, localizada no leste da Ilha. Como dependíamos apenas de transporte via aplicativo e estávamos um pouco apertados financeiramente para fazer corridas muito longas, optamos por passar mais tempo explorando a região (e outras também próximas) durante os nossos oito dias de estadia. Mesmo não conseguindo ir para lugares mais distantes, a experiência foi incrível: esta antiga vila de pescadores conta com uma excelente estrutura, já que traz uma variedade de restaurantes, mercados, pousadas, lojas, etc., todos eles muito próximos e você pode andar à pé tranquilamente pelas ruas e praias. Os trabalhadores e moradores são muito atenciosos e é possível encontrar turistas de todos os lugares da América do Sul - encontramos muitos argentinos por lá e até tentamos nos comunicar, mas meu espanhol é péssimo e não entendi nadinha! Sem contar, é claro, com as comidinhas: se você é apaixonado por frutos do mar, como eu, vai querer incluí-los na maioria de suas refeições, já que são muito fresquinhos e bem preparados!

A seguir, listei 8 dicas de coisas para você fazer caso esteja hospedado ou resolva dar uma passada na Barra da Lagoa. Lembrando que elas se baseiam em minha experiência pessoal e que ainda faltou muita coisa pra eu conhecer, é claro!

#1 - CAFÉ-DA-MANHÃ NO BISTRÔ MAIS CHARMOSINHO DA BARRA
Descobrimos o Bistrô Rosa Brum por acaso: andando distraidamente na rua (como faço com certa frequência), avistei uma portinha e resolvi dar uma olhada para descobrir do que se tratava. O estabelecimento é muito bem decorado, confortável e acolhedor, com comidinhas deliciosas e preços justos. Virou nosso ponto obrigatório para café-da-manhã, mas as opções de lanches também são muito atrativas!

Bistrô Rosa Brum: um ótimo lugar para um lanche ou café-da-manhã!
Todos os pratos e bebidas que pedimos estavam uma delícia, mas gostaria de destacar os combos de café-da-manhã: um deles inclui café, suco, misto quente e cookies por aproximadamente R$15,00. Recomendo fortemente o frappuccino deles, que vem com chantily e uma bola de sorvete de creme, e o estupendo hambúrguer de siri no pão italiano (okay, não é café-da-manhã mas eu não poderia deixar de mencionar). A vontade é de passar muito tempo por lá; de fato passamos, porque tivemos que enrolar até o horário do voo estar próximo, e aqui o wi-fi veio em boa hora. Aliás, eles também oferecem livros para você passar o tempo!

#2 - TRILHA PARA AS PISCINAS NATURAIS
Está bem alimentado? Então agora é hora de preparar as canelas para uma pequena trilha para as piscinas naturais. Ela fica entre a Praia da Barra da Lagoa e a chamada Prainha (que vamos enumerar mais pra frente) e a caminhada é muito curta: em apenas 15 minutos pela mata por um caminho bem delineado e estruturado, você chega à essa maravilha da natureza!

Piscinas naturais da Barra da Lagoa
Há uma barraquinha no meio das pedras com bebidas e você pode alugar coletes salva-vidas. Como eu tenho um cagaço enorme de mar e de lugares que não me deem pé (especialmente porque não sei nadar), passei boa parte do tempo sentada no deck curtindo a paisagem (pqp, tô muito hippie!). Mesmo com um Sol de lascar, ali em cima estava fresquinho porque batia muito vento. De qualquer forma, não se esqueçam: enquanto em Floripa, passem muito protetor solar!
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16 janeiro 2019

Estou no fundo do poço financeiro. E agora?

Tive o privilégio de ter pais que me ensinaram, desde cedo, a ouvir o tão temido não quando o assunto é finança doméstica: não aos produtos de marca, já que minha mãe costurava as minhas roupas e, caso eu quisesse algum item específico, tinha que caçar na Rua José Paulino com os R$100 que ganhava de Natal; não às mesadas, porque eu deveria trabalhar aos finais de semana limpando as cadeiras da pizzaria do meu pai para receber R$2,50 e comprar meus gibis da Turma da Mônica; não aos presentes fora de época, porque se eu quisesse ganhar algo, deveria esperar até meu aniversário; não aos banhos de mais de 5 minutos, caso contrário ouvia meu pai batendo na porta e gritando: "o meu dinheiro não é capim!". Os "nãos" que ouvi ajudaram a formar o meu caráter e me ensinaram algumas lições: aprendi que dinheiro não cai de árvore e que nada vêm de mão beijada.

Todos esses "nãos" também me ajudaram a desenvolver um certo autocontrole em relação aos meus grandes gastos e a pagar mais caro apenas por aquilo que eu quisesse muito: foi assim com a minha guitarra, notebooks, câmeras digitais, a bateria eletrônica, vídeo-games, viagens, minha faculdade, as pós-graduações, cursos livres... Enquanto morava com os meus pais, consegui também fazer um pequeno pé-de-meia. O objetivo? Não tinha nenhum! Apenas transferia algo para o cdb mensalmente e esperava render... Essa grana, felizmente, me ajudou com os eletrodomésticos e mobília da minha atual residência, que paguei à vista e com um desconto bem bacana!

Me Poupe! é canal no YouTube, blog e agora livro!
Sinceramente, não me arrependo de nenhuma dessas compras ou investimentos! Mas, ao longo dos anos, percebi que os meus maiores problemas sempre foram os pequenos prazeres do dia-a-dia, aqueles que na hora parecem bem insignificantes: roupas, comidinhas, produtos de beleza, revistas, brinquedos, itens de decoração, faxinas, uber... Aí você resolve colocar no papel e percebe que, tudo o que parecia ter um impacto muito baixo para o seu bolso, é o motivo pelo qual não sobra dinheiro no final do mês para investir com aquilo que realmente queria ou precisaria!

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16 fevereiro 2018

Compro de quem faz: Docinhos Geeks

Comecei nesta semana uma série no canal intitulada Compro de quem faz. O movimento tem como objetivo valorizar a cultura artesanal e apoiar artesãos, artistas, cozinheiros e outras pessoas que prestam serviços independentes. Vejo que há muitas resenhas dos mais variados tipos de produtos no YouTube, mas normalmente são industrializados. Minha proposta é tentar trazer todo mês alguns produtinhos feitos a mão de pessoas diferentes, assim como indicar grupos ou outros lugares onde encontrar!


Confira o vídeo lá no canal, com a participação do Conrado!

Para começar, resolvi unir o útil ao agradável e encomendar docinhos geeks de três lojinhas que personalizam do jeito que você imaginar! Encontrei essas "moças que fazem" em um post que deixei no grupo Compro de quem faz das minas de Sampa. Conforme prometi no vídeo, vou deixar mais alguns detalhes aqui no blog para complementar! 😃

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24 janeiro 2018

Maquiagem de unicórnio para curtir o Carnaval

O mês de Janeiro já está no fim e logo chega o Carnaval! Como você pretende passar o feriado? Assistindo ao desfile das escolas de samba? Pulando no bloquinho? Atrás do trio elétrico? Jogada na sofá assistindo Netflix? Não importa qual seja a sua opção: você quer se sentir plena e linda, não é mesmo?

 
 
Confira toda a minha habilidade para automaquiagem e aprenda diversas técnicas!

Pensando exatamente nisso, gravei o primeiro vídeo de 2018 com o propósito de te ensinar a fazer uma maquiagem muito top para você arrasar e arrancar várias curtidas no seu Instagram! Atendendo a muitos pedidos e só usando produtinhos tendência, o vlog da série Como (não) fazer uma automaquiagem desta semana traz como tema uma Concentração de Unicórnios!

Venha conferir! Não esqueça de deixar aquele joinha se curtir e de se inscrever no canal, certo? Me ajudaria muito, especialmente agora que o YouTube mudou algumas regrinhas para monetização! Ah, e não esqueça de deixar lá nos comentários a sua sugestão para um próximo tutorial! 😉


Clique aqui e conheça o canal!
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16 janeiro 2018

Amigurumi: Como os bichinhos de crochê ajudaram no meu tratamento

Há quase 2 anos fui diagnosticada com depressão leve e transtorno de ansiedade e, embora já apresentasse os sintomas há mais tempo, só então resolvi procurar a ajuda de um especialista (para mais informações, assista ao vídeo no canal em que conto um pouquinho a respeito).

Alguns dos amigurumis, com receita própria, que tenho em casa
Além da licença médica, do remédio e da psicoterapia, o médico recomendou que eu fizesse artesanato como terapia complementar. Ora, essa... Eu, Fernanda Fusco, fazendo artesanato? Me lembrei de algumas de minhas tentativas (entre elas, esta aqui) e comecei a rir no consultório!

Me esqueci da recomendação e, tempos depois, minha mãe me envia uma mensagem contando sobre a sua mais nova descoberta: amigurumi, uma técnica japonesa de confecção de bichinhos de crochê ou tricô. Para complementar, me envia também alguns tutoriais e fotos de suas produções. E não é que fiquei bastante interessada? Sempre quis poder desenvolver os meus próprios bonequinhos e ainda me inspirar nos meus artistas ou personagens favoritos! 💕

Alguns dos amigurumis, com receita própria, que tenho em casa
E lá vamos nós para a 25 de Março! Comprei tudo o que precisava (felizmente o material não é absurdamente caro) e voltei para casa com uma pontinha de esperança. Embora eu não levasse muito jeito para artesanato e só soubesse fazer correntinhas de crochê, como tinha muito tempo livre por conta da licença decidi que iria me dedicar até aprender (mesmo que não ficasse nada muito perfeito) e seria mais uma nova ocupação e distração para a minha cabecinha acelerada.

Surpreendentemente, após aprender a fazer a minha primeira bolinha graças ao canal da Bia Moraes, compreendi um pouquinho de toda a "engenharia" por trás da construção de um amigurumi e desenvolvi o meu primeiro ursinho, que batizei carinhosamente de Tchubinho! Fiquei muito feliz com o resultado - diferente do meu Ursinho Teddy de tecido, ficou muito melhor do que eu estava esperando!


A partir daí, passei a desenvolver minhas próprias receitas e o que eu não compreendia ainda, buscava por tutoriais de técnicas específicas ou imagens para me inspirar (como fazer acabamento, bordar, enrolar o cabelinho, entre outras). A Pixelando Artesanatos, minha primeira lojinha virtual, nasceu um tempinho depois, quando desenvolvi ainda mais segurança para expor os meus produtinhos. Ela também é o resultado de uma parceria com o meu marido e a minha mãe - em breve comento um pouquinho mais sobre os outros produtos de lá!

Vídeo do canal Two Bee que me ensinou a fazer a minha primeira bolinha

É claro que a medicação e a psicoterapia foi o conjunto responsável para a minha melhora (e breve alta!), mas o artesanato teve um papel muito importante para mim. Além de me ajudar em relação à calma e paciência, confeccionar esses bichinhos contribuiu também para minimizar a minha insegurança e autocrítica: mesmo que não ficassem perfeitos a primeiro momento, o resultado de cada um deles me mostrava que eu ainda era capaz de aprender algo novo. E como é prazeroso poder ver esses resultados, após horas de estudo, dedicação e carinho! 💙

A Fernanda de 2 anos atrás estaria rindo e desacreditando deste relato! Se eu tivesse um DeLorean, voltaria no tempo e diria que eu não preciso "levar jeito": basta ter vontade, tempo e dedicação para aprender, como pra qualquer área na nossa vida!

Acesse Pixelando Artesanatos para conhecer mais de nossos trabalhos! 😃
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10 janeiro 2018

Coelhos: Quando adotamos o Timmy e o Toki

Depois que nos mudamos (início de 2016), um dos meus maiores desejos era adotar um animalzinho para cuidarmos e nos fazer companhia. Não podia nem sonhar com um cachorro, já que minha alergia (cutânea e respiratória) ataca só de ficar em um mesmo ambiente. Tentamos também pegar um gatinho, mas fiquei com uma crise de asma ferrada: foi um sofrimento para devolver e o sentimento de culpa me assombrou por algumas semanas, especialmente pelo fato de não ter sido um ato muito responsável.

Hora da refeição!
Deixei a ideia de lado e tentei finalmente me conformar, até que, no meio do ano passado, resolvemos visitar alguns pet shops e pesquisar sobre furões. Há tempos eu tinha interesse por ferrets e gostaria de descobrir um pouco mais sobre o comportamento deles. No entanto, após inúmeras perguntas respondidas por diversos vendedores e blogs, acabei desistindo: não teria condições de adaptar todo o apartamento para receber esse bichinho que se esconde em tudo quanto é canto e pelo fato de ser muito "acelerado", exigindo constante atenção enquanto está solto - seria, definitivamente, uma experiência muito estressante, tanto pra nós como para o animalzinho.

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11 fevereiro 2015

Anime e Mangá: Usagi Drop (Yumi Unita)

Usagi Drop é uma série da mangaka Yumi Unita que começou a ser publicada no Japão pela revista Feel Young em Outubro de 2005 e chegou ao Brasil no ano passado pela editora NewPop (adoro as séries publicadas por essa editora!).

A história começa quando Daikichi Kawachi, um jovem solteiro, descobre que o avô que acabara de falecer deixou uma filhinha bastarda de 6 anos, a pequena e já bastante madura Rin Kaga. Após o funeral, a sua família se reúne para decidir o futuro da menina: estavam a ponto de deixá-la em um orfanato quando o rapaz interfere e toma a decisão de, ele mesmo, criá-la.



Imagens do anime

Daikichi, que é um cara todo atrapalhado, agora tem a missão de cuidar sozinho de Rin e precisa mudar toda a sua rotina: antes podia sair sem preocupações para beber com os colegas de trabalho; agora, porém, precisa até declinar a sua jornada para sair mais cedo e buscá-la na escolinha, fora diversas outras responsabilidades que o cuidar de uma criança proporciona. Aos pouquinhos vai aprendendo sobre essa sua nova tarefa com a própria garotinha e com outros personagens que vão surgindo ao longo da série, como a mãe de um colega de escola de Rin e com uma colega de trabalho.


O trailer do live-action

Por enquanto só chegaram um total de 3 edições de 10 aqui no Brasil e estou ansiosíssima para ler o restante da série, que acompanha o crescimento de Rin até a adolescência (veja as capas aqui). Enquanto a série ainda não foi completamente lançada, me contentei com os 11 episódios do anime (que se foca apenas na infância da garota) e é igualmente fofinho, e com o live-action, estrelado por Kenichi Matsuyama (o mesmo de Death Note) - que me fez chorar litros! ;-;

O mangá, que é uma mistura de comédia com drama, nos mostra como é o desafio de criar uma criança (especialmente sendo por um cara solteiro): desde a simples tarefa de pentear os cabelos pra fazer maria-chiquinhas (ou "orelhas de coelho", e daí vem parte do nome da série, usagi) ou consolar quando faz xixi na cama, até ser forte quando ela estiver doente e juntar as pecinhas do quebra-cabeça para encontrar a mãe que a abandonou. Nos mostra também que acompanhar o desenvolvimento de um outro ser é muito trabalhoso e requer sacrifícios, mas que vale muito a pena!
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